SEJAM MUITO BEM VINDOS E BEM VINDAS!

DEUS NÃO ESCOLHE OS CAPACITADOS, CAPACITA OS ESCOLHIDOS

Precisamos ter bem nítida em nossa mente a certeza de que o Senhor nos colocou em posição de destaque e de grande responsabilidade diante de Seu povo. Para isso, basta nos lembrarmos rapidamente de toda a história da salvação e de toda a iniciativa do Senhor para, movidos pelo imenso amor e misericórdia, trazer para Si as pessoas tantas vezes ingratas, desobedientes e infiéis.

Depois de Jesus Cristo e em Jesus Cristo, o Pai confiou a nós o anúncio da Boa Nova. É por esse motivo que nos deu o Seu Espírito Santo e espera uma resposta positiva e eficaz.

Já encontrei irmãos que não se deixavam guiar por Deus em seu ministério por causa de seus pecados e suas imperfeições, às vezes, por uma grande carga de acusação, e outras, por seus traumas e complexos. De nada adianta nossa eleição e a confiança que o Senhor tem em nós se não vencemos esses obstáculos e, com toda a alegria e esperança, nos lançamos em Seu serviço.

Pare um pouco e pense: Deus erra? Em algum momento da história o Senhor cometeu erros? Então, será que sua eleição foi o primeiro “erro” de Deus? Claro que não, meu querido irmão! Você é mais um acerto, um “goool” de Deus. Ele o conhece, deu-lhe dons e talentos e agora lhe dá o privilégio e a graça de colocá-los a serviço de Sua Igreja.

Claro que você tem imperfeições e pecados, mas coragem! Jesus é o Cordeiro de Deus que tira o pecado do mundo. Seu pecado não é maior do que o poder e a graça de Deus. Se Ele o escolheu, também o capacitou.

POR QUE GRITAR?

Uma das promessas mais belas de toda a revelação é quando Jesus nos afirmou: "Se alguém me ama, guardará a minha palavra; meu Pai o amará, e nós viremos e faremos nele a nossa morada" (Jo 14,23).

No Antigo Testamento, Deus acompanhava o povo de Israel nas brigas e no caminho pelo deserto; na conquista de Canaã assim como no desterro de Babilônia. Deus Pai fez contruir um templo em Jerusalém, onde Ele sempre estaria presente com Seu povo.

De qualquer maneira, no Novo Testamento, Deus não está com Seu povo, mas em Seu povo; Deus não está conosco, senão dentro de nós, como a alma de nossa própria alma, e n'Ele vivemos, nos movemos e existimos (cf. At 17,28). "Acaso não sabeis que sois templo de Deus e que o Espírito de Deus habita em vós" (I Cor 3,16).

Uma professora de matemática perguntou aos seus alunos:
- Por que as pessoas gritam quando estão bravas?

O grupo ficou pensativo por um momento.
O primeiro respondeu:
- Eu grito quando os outros me desesperam.
- Sim, respondeu a professora. Mas, por que grita se a outra pessoa está tão perto de você? Por que não pode falar em voz baixa?

Continuaram as respostas, mas nehuma satisfazia a professora. Enfim, ela explicou:
- Quando duas pessoas estão bravas, seus corações se distanciam, criando uma grande distância entre elas. Para cobrir este vazio, precisam de gritos, pois não escutam nem são escutadas.

A professora, com lógica matemática, continuou:
- Por outro lado, quando duas pessoas se apaixonam, não levantam a voz. Falam baixinho, porque seus corações estão perto um do outro. A distância tem sido superada. Não precisam gritar, porque um está dentro do outro. E até se olham em silêncio para ler a alma nos olhos da pessoa amada.

Deus está dentro de nós. Por isso, quando Jesus nos convida a orar, nos diz para entrarmos na morada profunda de nosso interior, onde encontraremos a presença divina. Muita gente é incapaz de fazer essa viagem, que é a mais importante da geografia da vida; percorrer o interior de nós mesmos, onde Deus tem feito Sua morada. Somos santuários do Espirito, onde Ele mora e atua por meio de nós (cf. I Cor 6,19). Por isso, não precisamos gritar; basta uma atitude de contemplação. O falar-lhe em voz baixa significa, então, que sabemos que Ele nos escuta, porque habita em nosso coração.

Senhor, sou consciente que Tu moras no mais íntimo do meu ser e, com coração sereno, quero no dia de hoje descobrir e experimentar que estás muito mais perto de mim do que imagino. Que não somente estás comigo, ao meu lado, mas que estás em mim.

Quero, Senhor, em silêncio, com uma voz suave, falar Contigo, porque sei que me escutas, pois estás dentro de mim. Fizeste Tua morada em mim e sou o templo onde Tu habitas. Por isso, já não preciso gritar, mas, com sons inefáveis (cf. Rm 8,26), quero entrar em comunhão Contigo até o ponto de guardar silêncio e estar em contemplação permanente por Tua presença em mim, porque és a alma da minha alma. Amém.


Do livro: "Como evangelizar com parábolas".

NÃO É NADA ENGRAÇADO

REFLEXÃO

Não é engraçado como uma hora é tão longa quando servimos a Deus, mas tão curta quando assistimos um jogo de futebol?

Não é engraçado como R$10,00 parece tanto quando o levamos à Igreja e tão pouco quando vamos ao supermercado?

Não é engraçado como duas horas na Igreja parecem mais longas do que quando assistimos um filme?

Não é engraçado como não achamos as palavras quando rezamos, mas elas estão sempre na ponta da língua para conversarmos com um amigo?

Não é engraçado como ficamos excitados quando um jogo vai para a prorrogação, mas reclamamos quando o sermão ou o exame de consciência dura mais que o normal?

Não é engraçado acharmos cansativo ler um capítulo da Bíblia, mas achar fácil ler 100 paginas do último romance de sucesso?

Não é engraçado como me preocupo com o que os outros pensam de mim, mas não estou nem aí para o que DEUS pensa de mim?

Não é engraçado como queremos sempre as cadeiras da frente no teatro ou num show, mas sempre sentamos no fundo da Igreja?

Não é engraçado como precisamos de 2 ou 3 semanas de antecedência para agendar um compromisso na Igreja, mas para outros programas estamos sempre disponíveis?

Não é engraçado como temos dificuldade de aprender a evangelizar, e como temos facilidade de aprender e contar a última fofoca?

Não é engraçado como acreditamos em tudo o que os jornais dizem, mas questionamos o que a Bíblia diz?

Não é engraçado como alguém pode estar tão empolgado por Cristo no domingo, mas ser um Cristão “invisível” no resto da semana?

Não é engraçado como todo mundo quer ir para o céu, mas desde que não tenha que acreditar, dizer ou fazer nada?

Não é engraçado como temos plena confiança na palavra do cientista, do médico, do advogado... mas às vezes contestamos a Palavra da Igreja?

Não é engraçado como gostamos do Papa, mas não levamos a sério o que ele nos pede em matéria de moral e de ética?

Não é engraçado como certos católicos pouco lêem a Bíblia, não se preocupam em conhecer sua religião e sua Igreja, falam que o padre gosta de dinheiro, não freqüentam a Igreja, mas, depois que viram Protestantes, em poucos dias são professores de Bíblia, já conhecem bastante a Igreja Católica para poder falar mal dela, pagam religiosamente o dízimo, sem achar que o Pastor está explorando, não sentem enfado a participar todo dia do culto.

Não é engraçado achar que para mudar de vida seja necessário mudar de igreja?

Não é engraçado ele não ter coragem de reconhecer que estava errado e prefere afirmar que era a Igreja que não estava certa?

Não é engraçado rezar “perdoai as nossas ofensas assim como nós perdoamos a quem nos tem ofendido” e não sermos capazes de perdoar?

Não é engraçado como as mentiras tem pernas curtas, mas conseguem andar tanto?

Não é engraçado como muitos jovens são ciosos de seus pertences, mas entregam sua virgindade a qualquer um?

NÃO É ENGRAÇADO TUDO ISSO? NÃO! É TRISTE!!! MUITO TRISTE!!!

Às vezes damos mais importância às estradas largas, bem asfaltadas, sinalizadas, mas nossas idéias ficam mais curtas, estreitas, tortuosas.

Às vezes abarrotamos nossas casas de eletrodomésticos, aparelhos da última geração, mas cada vez nos tornamos mais infelizes.

Às vezes concluímos curso superior, nos expressamos fluentemente, e ainda não aprendemos a falar com DEUS.

Às vezes praticamos os esportes mais variados; trabalhamos o dia todo com o maior afinco, e nos esquecemos que somos titulares do time de CRISTO.

Às vezes instalamos antenas parabólicas, entramos em contato com o mundo via internet, e deixamos de dialogar com os irmãos, as irmãs, com os familiares e com DEUS.

Às vezes permanecemos em casa tranqüilos diante da televisão, curtindo um merecido descanso, e a nossa vida é um tormento.

Às vezes compramos tudo conforme nossa vontade, e a cada dia que passa o viver se transforma cada vez mais em monotonia.

Às vezes nossos carros são bonitos e velozes, e, enquanto isso, os acidentes de transito continuam ceifando mais vidas inocentes.

Às vezes falamos corretamente línguas estrangeiras, e não fazemos bom uso da nossa (língua, não idioma).

Às vezes lemos romances, enciclopédias, revistas, jornais e nos esquecemos do mais precioso dos livros: a Bíblia.

Às vezes a Imprensa nos coloca ao par de tudo o que está acontecendo no mundo, e vivemos carentes de espiritualidade.

Às vezes acumulamos BENS de toda ordem, e não somos capazes de fazer o BEM e de preparar para nós um lugarzinho no céu.

Às vezes produzimos muito com o uso de modernas técnicas; exageramos, porém, na aplicação de agrotóxicos, prejudicando a saúde de muitos.

Às vezes freqüentamos lanchonetes, bares, lojas, festas sociais, mas negamos um real de esmola a pessoas realmente necessitadas.

Às vezes nas horas boas, alegres, somos amigos de todos, e ignoramos a existência destas mesmas pessoas quando precisam de nós.

Às vezes ou quase sempre vivemos escravos do relógio, assim mesmo arranjamos tempo para tanta coisa, e nem sempre reservamos uma hora por semana para, juntamente com a comunidade, participar da Celebração Eucarística.

Às vezes esbanjamos comida da boa e da melhor, e quantos irmãos nossos vivem passando fome.

Às vezes fazemos regime para que o corpo fique elegante e prejudicamos a própria saúde física.

Às vezes queremos ser o maior, impondo nossas idéias, e esquecemos que o Reino de DEUS é dos humildes.

Às vezes enxergamos até um pequeno cisco no olho do irmão, ignorando a trave enorme que está no nosso.

Às vezes estabelecemos diferenças, enquanto que para DEUS somos todos iguais, independentemente de cor, raça, posses...

Às vezes cuidamos bastante da nossa aparência física com vários produtos de beleza... e a nossa alma?


O DINHEIRO É UM ÓTIMO EMPREGADO, MAS UM PÉSSIMO PATRÃO.

Há uma ilusão de que o Dinheiro pode comprar tudo!

Ele pode comprar uma casa... Mas não um lar

Ele pode comprar uma cama... Mas não o sono

Ele pode comprar um relógio... Mas não o tempo

Ele pode comprar um livro... Mas não o conhecimento

Ele pode comprar um título... Mas não o respeito

Ele pode comprar um plano de saúde... Mas não a saúde

Ele pode comprar um sangue... Mas não a vida

Ele pode comprar o sexo... Mas não o amor

NOTÍCIAS DA CNBB



Na primeira coletiva de imprensa da 49ª Assembleia Geral da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB), realizada na tarde desta quarta-feira, 4, no Centro de Eventos Padre Vitor Coelho de Almeida, em Aparecida (SP), o arcebispo de São Luís (MA), dom José Belisário da Silva, que é presidente da Comissão Episcopal do Tema Central 1: Diretrizes Gerais da Ação Evangelizadora da Igreja no Brasil (DGAE) para o próximo quadriênio (2011-2015), explicou que o documento, a ser aprovado nesta Assembleia, tem o papel de “inspirar” a ação pastoral da Igreja no Brasil.

“As Diretrizes Gerais são uma espécie de plataforma de governo da nova presidência da CNBB. Elas serão fonte de inspiração para a Conferência e para as Igrejas Particulares de todo o Brasil”, disse o arcebispo. De acordo com ele, as novas diretrizes terão “um texto enxuto inspirado em cinco urgências pastorais: Igreja em Estado Permanente de Missão; Igreja – casa de iniciação cristã; Igreja fonte de animação bíblica; Igreja Comunidade de Comunidades; Igreja a serviço da vida plena no mundo”.

Dom Belisário destacou o primeiro item “Igreja Permanente em Estado de Missão”, como indispensável para a manutenção da essência da vida da Igreja. “A natureza e essência da Igreja é a missão e por isso nas Novas Diretrizes a temática é abordada no primeiro item para que seja fonte ampla de inspiração para a Igreja”, destacou.

Questionado sobre o crescimento de outras religiões e uma possível preocupação da Igreja Católica quanto a isso, dom Belisário ressaltou que a Igreja está concentrada, apenas, no cumprimento da missão deixada por Jesus. “A Igreja é uma das forças sociais que existem. Não é hegemônica e nós não queremos reduzir a mensagem evangélica a produto para consumidores”.

O anfitrião do evento, o cardeal arcebispo de Aparecida e presidente do Conselho Episcopal Latino-americano (CELAM), dom Raymundo Damasceno Assis, falou da alegria de todo o Santuário Nacional em receber a AG da CNBB. “Estamos felizes pela realização da Assembleia aqui, nos braços da mãe Aparecida e já estamos percebendo que os bispos se sentem em casa porque estão na casa da Padroeira do Brasil”, disse o arcebispo.

Sobre o item que aborda a missão permanente da Igreja, nas DGAE, dom Damasceno concordou com as colocações de dom Belisário. “Queremos uma Igreja missionária que vai em busca das pessoas porque essa é sua natureza primeira que responde ao mandato do próprio Jesus Cristo que disse ‘Ide por todo o mundo e pregai o Evangelho a toda a Criatura’”, sublinhou o cardeal. A 49ªAG segue até o próximo dia 13 de maio.

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