SEJAM MUITO BEM VINDOS E BEM VINDAS!

ANO DA FÉ

 
O Ano da Fé se apresenta como uma “hora de Deus” para a Igreja e todos os católicos. Durante este ano, teremos muitas ocasiões para renovar e aprofundar a nossa fé, para celebrar com grande intensidade os “Mistérios da Fé”, na Liturgia, e para manifestar e testemunhar publicamente nossa fé. Desejo, pois, apresentar as principais indicações para viver com proveito o Ano da Fé em nossa Arquidiocese. Muitas dessas indicações foram propostas pela própria Santa Sé, para que sejam realizadas em todo o mundo, de acordo com as circunstâncias de cada lugar.
São objetivos para a vivência do Ano da Fé: a) renovar a profissão da fé, de maneira pessoal e comunitária; b) aprofundar o conhecimento das verdades da fé; c) difundir, estudar e conhecer melhor o Catecismo da Igreja Católica e/ou o Compêndio do Catecismo; d) pedir perdão a Deus pelas infidelidades contra a fé; e) despertar nos fiéis um novo apreço pela fé católica, a alegria de crer e o desejo de testemunhar e transmitir a fé aos outros.
Algumas das iniciativas do Ano da Fé serão de âmbito arquidiocesano; para essas, convidamos a inteira comunidade arquidiocesana a participar; outras serão de âmbito regional, envolvendo as paróquias e demais organizações eclesiais e pastorais das Regiões Episcopais; e outras, enfim, serão de âmbito paroquial e local; estas serão a maioria e sua organização dependerá das paróquias e das organizações e grupos eclesiais ali existentes. Conto, portanto, com a boa vontade, o interesse e o dinamismo dos Padres, Diáconos, Religiosos e lideranças dos Leigos para a promoção de iniciativas que ajudem a alcançar os melhores frutos do Ano da Fé.
 
Ano da Fé e Catecismo da Igreja Católica
 
- Durante o Ano da fé, divulgar amplamente, para que as pessoas adquiram, a Sagrada Escritura, o Catecismo da Igreja Católica, o Compêndio do Catecismo, o Youcat (Catecismo Jovem) e o livrinho de cabeceira “Sou Católico, vivo a minha fé”, da CNBB.
- Aproveitar todas as ocasiões, ao longo do Ano da Fé, para a abundante pregação sobre as
verdades da nossa fé contidas no Creio em Deus Pai.
- Promover catequeses sistemáticas para os fiéis sobre a primeira parte do Catecismo da Igreja Católica (parágrafos 01 a 1065); essas catequeses também sejam feitas pelos Meios de Comunicação Social, pela Internet e nas Redes Sociais; dar ocasião ao povo para esclarecer suas dúvidas de fé.
- Divulgar entre o povo as catequeses do Papa, em Roma, nas quartas-feiras.
- Promover visitas e peregrinações aos “lugares da fé”, como os Santuários, ou as igrejas relacionadas com a vida de algum santo, fora da Arquidiocese, ou na própria cidade de São Paulo (Santa Paulina, Santo Antônio de Santana Galvão, Beato Padre José de Anchieta e Pe. Mariano de la Mata).
- Promover entre os casais e as famílias uma renovada consciência sobre o seu dever de viver e testemunhar a fé, de a transmitir aos filhos e de introduzi-los na vida da Igreja.
- Mover a Comunidade paroquial, e as organizações eclesiais dentro dela, para que não falte a catequese de iniciação à vida cristã para nenhuma criança de família católica. Promover o
ensino religioso católico nas escolas católicas.
- Ao longo do Ano da Fé, promover retiros, cursos e reflexões sobre a fé da Igreja, sempre em base ao Catecismo da Igreja Católica;
- As Religiosas e Religiosos, os membros das Associações de Fiéis, Novas Comunidades e
Movimentos eclesiais procurem comunicar com alegria e generosidade o dom da fé.
- Durante todo o Ano da Fé, dar abundantes oportunidades para que o povo possa confessar
Alguns livros básicos deveriam estar presentes em todas as casas e acompanhar a vida das famílias e pessoas no caminho de sua fé católica: a Bíblia; o Catecismo da Igreja Católica; o Compêndio do Catecismo da Igreja Católica (em forma de perguntas e respostas); Sou Católico, vivo a minha fé (da CNBB); o Youcat (Catecismo Jovem). Cada família também deveria ter algum manual ou livro de orações, para as orações diárias e as principais devoções católicas, que ajudam a cultivar e preservar a fé católica e a transmiti-la às novas gerações.
 
Card. Dom Odilo P. Scherer
Arcebispo de São Paulo


TODOS OS SANTOS

 
 
REDAÇÃO CENTRAL, 01 Nov. 12 / 01:02 pm (ACI).- Hoje 1 de novembro, os católicos de alguns países do mundo celebram a Solenidade de Todos os Santos, instituída em honra a todos e a cada um dos Santos, sejam eles conhecidos ou não. Por ser dia de preceito, os fiéis assistem hoje à Missa como se fosse domingo. No caso do Brasil, a solenidade é celebrada no próximo domingo, dia 4 de novembro, portanto este passa a ser o dia de preceito.
A Enciclopédia Católica explica que o Papa Urbano IV decidiu que esta Solenidade compensasse qualquer deficiência na celebração das festas dos Santos durante o ano por parte dos fiéis.
Entre os Santos estão os que foram canonizados e os que não. Ser canonizado significa que depois de um processo muito rigoroso e da comprovação da intercessão do Servo de Deus em pelo menos dois milagres, o Papa proclama a santidade de vida da pessoa.
O reconhecimento do heroísmo das virtudes, um dos primeiros passos no processo que garante que a pessoa viveu em grau heroico a fé, a esperança e a caridade (o amor) é o mais complexo de todos porque é nesta etapa em que se investiga a vida, os ditos e feitos do candidato. Este processo costuma levar vários anos.
Atualmente as normas estabelecem que uma causa de canonização pode ser começada apenas depois de pelo menos 5 anos do falecimento da pessoa. Duas famosas exceções a esta regra foram a Madre Teresa de Calcutá e o Papa João Paulo II, ambos beatos.
Para ser proclamado Santo, é necessário confirmar um milagre ocorrido pela sua intercessão e que tenha sido realizado depois da beatificação.
Outras causas que também foram muito rápidas são as de São Francisco de Assis e a de Santo Antônio, que só levou dois anos.
Os Santos "canonizados" oficialmente pela Igreja Católica são milhares. Mas existe uma imensa quantidade de Santos não canonizados, mas que já estão gozando de Deus no céu. A eles especialmente está dedicada esta festa de hoje.
 
 

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Entenda o significado da logomarca do Ano da Fé

O Ano da Fé é um tempo próprio para redescobrir, aprofundar e viver a fé católica. Esse período foi aberto oficialmente pelo Papa Bento XVI no dia 11 deste mês com uma Santa Missa realizada no Vaticano.

Até o dia 24 de novembro de 2013, quando será encerrado o Ano da Fé, o Santo Padre propõe várias atitudes para os católicos crescerem nessa virtude, entre elas, estudar o Catecismo da Igreja Católica (CIC), melhorar o testemunho cristão e crescer em obras de caridade.

Uma logomarca vai acompanhar toda a trajetória do Ano da Fé, carregada de um significado próprio. Entenda cada parte deste logo:



No campo quadrado e com borda, encontra-se simbolicamente representada a nau, imagem da Igreja, que navega sobre águas sutilmente esboçadas.

O mastro principal é uma cruz que iça as velas. Estas por sua vez, realizam o Trigama de Cristo (IHS). E, ao fundo das velas, aparece o sol que associado ao Trigama remete à Eucaristia. 

Kelen Galvan

Da Redação, com Arquidiocese de Palmas

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