SEJAM MUITO BEM VINDOS E BEM VINDAS!

Bíblia: Carta de Amor de Deus para a Humanidade



Tradicionalmente o mês de setembro nos reporta a uma reflexão maior sobre a importância da Sagrada Escritura para a vida de todos os cristãos e, consequentemente, para a vida de toda a Igreja, reconhecendo na mesma um dos meios privilegiados através do qual Deus rompe os silêncios eternos para se comunicar com os seus filhos, sobretudo através do seu Verbo Encarnado, revelando o homem a si mesmo e fazendo-lhe descobrir a sua vocação sublime (Cf. Gaudium et spes 22).

As novas diretrizes gerais da ação evangelizadora da Igreja do Brasil para os anos de 2011 a 2015, no capítulo III, ao falar das urgências na ação evangelizadora, no terceiro item, faz uma bonita reflexão sobre a Igreja como lugar da animação bíblica da vida e da pastoral, à luz do documento de Aparecida e da exortação apostólica pós-Sinodal Verbum Domini, recordando a força propulsora da Palavra de Deus na vida do discípulo missionário, ajudando-o a atravessar este período histórico de pluralismo e de grandes incertezas, pois o mundo fala, mas tem sede da Palavra que guia, tranquiliza, impulsiona, envolve, ajuda a discernir (Cf. DGAE 47-48).
É sabido que todas as pessoas são destinatárias da Palavra de Deus, mas desejamos ardentemente que, sobretudo, os jovens cresçam no amor, no acolhimento, na escuta atenta e na adesão à Palavra de Deus para que saibam escutar a voz de Cristo em meio a tantas outras vozes, como foram tão incentivados na preparação para a Jornada Mundial da Juventude, principalmente na orientação para a leitura orante da Palavra de Deus e exortados, sobremaneira, pelo Papa e pelos bispos que fizeram as catequeses em Madri, para que eles se sentissem impulsionados, conclamados a levar esta Palavra para os jovens de suas comunidades, seus ambientes de convívio, estudo, trabalho e lazer.



Dom Mariano Manzana
Bispo Diocesano

46ª Assembleia Pastoral Regional da CNBB Nordeste 2 discute a Caridade



Com o tema “Na tríplice Missão da Igreja: a Caridade”, a 46ª Assembleia Pastoral Regional da CNBB Nordeste 2 (composta por 21 dioceses dos estados de Alagoas, Paraíba, Pernambuco e Rio Grande do Norte) teve início na noite desta quarta-feira, 01, no Convento de Convento de Santo Antônio, no município de Lagoa Seca, na Paraíba. O evento, que vai até o meio dia do domingo, 04, será assessorado por Dom Celso Queirós, bispo emérito de Catanduva – SP.

A cerimônia de abertura ocorreu na igreja do Convento, com uma celebração presidida pelo bispo de Campina Grande, Dom Jaime Vieira Rocha. Em seguida, no plenário, o presidente do Regional e Bispo de Palmares-PE, Dom Genival Saraiva de França, fez um discurso de abertura. “Esta 46ª Assembleia Pastoral Regional se realiza na esteira da Assembleia Geral da CNBB, cujas Metas estão contempladas nas Diretrizes da Ação Evangelizadora da Igreja no Brasil que, além do conteúdo, têm um caráter muito pedagógico, visando uma maior participação, em todas as instâncias da atividade pastoral, nas Igrejas Diocesanas, durante o quadriênio 2011-2015”, explicou.
O bispo acolheu aos participantes, listou os novos Bispos indicados para as Comissões Pastorais da CNBB Nordeste 2 e relembrou a Jornada Mundial da Juventude, ocorrida este ano em Madrid, em agosto. “Atentos à importância da próxima Jornada Mundial da Juventude, no Rio de Janeiro, em 2013, estaremos especialmente empenhados na participação de nosso Regional, em consonância com os frutos e apelos da recente Jornada, em Madrid e com os apelos e orientações da CNBB”, afirmou.
O pe. Josenildo Tavares, da Arquidiocese de Olinda e Recife, deu prosseguimento, expondo as expectativas para a Assembleia e as propostas de trabalho. Em seguida, leu um texto do arcebispo de São Salvador da Bahia – BA, Dom Murilo S. R. Krieger, chamado “uma esmolinha, por amor de Deus!”; o qual trata justamente sobre a caridade, tema da Assembleia.
Participam da Assembleia 150 pessoas, entre bispos, coordenadores regionais de pastorais, coordenadores diocesanos de pastorais, superiores maiores de Institutos de Vida Consagrada e Sociedade de Vida Apostólica, representantes do presbitério de cada diocese e coordenadores regionais das Novas Comunidades.


Fonte: Assessoria de Imprensa CNBB NE2

CNBB lança CD especial para peregrinação da cruz da JMJ

Para acompanhar a peregrinação da cruz e do ícone de Nossa Senhora pelas dioceses brasileiras em preparação para a Jornada Mundial da Juventude (JMJ) de 2013, no Rio de Janeiro, a Comissão Episcopal Pastoral para a Juventude (CEPJ), da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB), em parceria com gravadoras católicas, está lançando o primeiro dos três CDs especiais da JMJ 2013.
Intitulado “No peito eu levo uma cruz”, este primeiro álbum reúne 13 canções já consagradas entre os católicos sobre o tema da cruz e de Nossa Senhora. Entre essas músicas está a canção “Nova geração”, do padre Zezinho, cujo refrão dá nome ao CD. Há também uma faiza interativa com fotos, partituras, e o videoclipe da música tema.
Esta canção começa com a voz do compositor, em sua primeira gravação, na década de 70. Em seguida, a música continua nas vozes de cantores dos mais diferentes estilos musicais de várias partes do país, concluindo novamente com a voz do autor, quase 40 anos depois, cantando a frase: “Eu creio na força do jovem que segue o caminho o caminho do Cristo Jesus”. Em seguida, refrão é cantado por todos os músicos no ritmo do samba característico da sede da próxima JMJ.
A gravação dessa canção aconteceu no histórico encontro entre músicos católicos na sede da gravadora Paulinas-Comep, em São Paulo, em 21 de junho. Nesta ocasião, mais de 80 músicos de expressão nacional partilharam experiências na missão de evangelizar pela música e também participaram de um momento de formação.
Neste encontro, o presidente da CEPJ, dom Eduardo Pinheiro da Silva, bispo auxiliar de Campo Grande (MS), refletiu com os músicos sobre a preocupação da CNBB para que os cantores e compositores trabalharem em suas músicas temas que favoreçam o encontro entre os jovens, bem como a necessidade de expressar em suas canções as diferentes obras sociais que os próprios jovens realizam na Igreja. “A Igreja Católica faz muitas coisas bonitas para a sociedade e para cultura e às vezes não comunicamos isto”, afirmou.
Para produzir os CDs, padre Joãozinho, cantor e compositor, foi convidado pela Comissão para Juventude para a missão de promover a unidade entre as diferentes expressões da música católica neste projeto de evangelização da juventude. O sacerdote dehoniano explicou que além do primeiro CD, gravado pela Comep, já está sendo produzido um segundo álbum, pela Canção Nova, que apresentará 12 hinos que marcaram as Jornadas Mundiais da Juventude. O terceiro CD, que será gravado pela Codimuc, apresentará canções inéditas para JMJ 2013.

Padre Joãozinho ficou muito feliz por participar desse projeto. Ele contou que escolha da música tema do CD correspondeu à proposta da CNBB: “mostrar a unidade da juventude no Brasil”.
O padre relatou, ainda, que a maneira como os músicos foram convidados foi a mais surpreendente. Quando ele lançou a idéia do CD nas redes sociais, principalmente no twitter, os músicos começaram a se manifestar e a aderir ao projeto. Só não participaram aqueles que realmente não puderam desmarcar compromissos em suas agendas. “Tudo foi via internet”, disse.
Para o padre Joãozinho, a Igreja vive um momento muito forte com a preparação da próxima JMJ. Mas chamou a atenção para o fato de a Igreja não viver apenas de momentos celebrativos. “Acredito que a pré-jornada com cruz indica uma pós-jornada”, afirmou, destacando a jornada deve ter continuidade.
De acordo com o assessor nacional da juventude, padre Carlos Sávio da Costa Ribeiro, a Igreja no Brasil vive um momento privilegiado em relação à evangelização da juventude confirmado pelo recorde de participação brasileira na Jornada Mundial da Juventude (JMJ) em Madri, quase 15 mil inscritos, mas principalmente pela escolha do Brasil para acolher a próxima jornada.
A peregrinação da cruz e do ícone de Nossa Senhora começa no dia 18 de setembro, no grande evento de evangelização "Bote Fé", realizado próximo ao Campo de Marte, em São Paulo.
Músicos se emocionam com projeto
Padre Zezinho, compositor da música tema do CD, afirmou que a gravação e o encontro dos artistas foram a realização de um sonho. “Seria lindo se tivéssemos todos os anos um encontro como este entre os cantores da fé”. Ele ressaltou a importância dos músicos católicos na missão da Igreja, uma vez que eles podem chegar, por meio de suas canções, aonde os pregadores e catequistas muitas vezes não chegam.
Para o cantor e compositor Walmir Alencar, do Ministério Adoração e Vida, o encontro dos músicos foi um momento de muita emoção. “Quando eu ouvi o timbre de todos os cantores cantando juntos eu fiquei arrepiado. Eu cheguei a relatar ao padre Joãozinho que talvez esta seja a única vez que conseguimos tirar um timbre assim. A graça que Deus derramou sobre nós nesse dia foi única”.
“Foi um presente de Deus para mim. Fiquei muito feliz de ver a música católica dando estes frutos maravilhosos. Acho que não foi um sonho só do padre Zezinho, mas de muitos de nós”, relatou a cantora Olívia Ferreira, do projeto Louvor Acústico.
O cantor mineiro Eros Biondini também se emocionou com o encontro. “Acredito que dentro da proposta de nova evangelização já apresentada pelo Papa João Paulo II, a música se encaixa como uma luva. A música católica que nós cantamos é a trilha sonora da nova geração, dessa história de salvação, de manifestação da fé de um povo que realmente abriu seu coração para Cristo”, disse.
Também cantam nesse CD nomes como Ziza Fernandes, Dalvimar Gallo, Zé Vicente, padre Fábio de Melo, entre outros.
O CD “No peito eu levo uma Cruz" está à venda em todas as Livrarias Paulinas do país ou pela livraria virtual.
Por Fernando Geronazzo
Fotos: Rejane Souza

Podemos venerar as imagens dos santos?

As imagens nos lembram aqueles que elas representam

Desde os primeiros séculos os cristãos pintaram e esculpiram imagens de Jesus, de Nossa Senhora, dos santos e dos anjos, não para adorá-las, mas para venerá-las. As catacumbas e as igrejas de Roma, dos primeiros séculos, são testemunhas disso. Só para citar um exemplo, podemos mencionar aqui o fragmento de um afresco da catacumba de Priscila, em Roma, do início do século III. É a mais antiga imagem da Santíssima Virgem. O Catecismo da Igreja Católica (CIC) traz uma cópia dessa imagem (Ed. de bolso, Ed. Loyola, pag.19).
É o caso de se perguntar, então: Será que foram eles "idólatras" por cultuarem essas imagens? É claro que não. Eles foram santos, mártires, derramaram, muitos deles, o sangue em testemunho da fé. Seria blasfêmia acusar os primeiros mártires da fé de idólatras. O Concílio de Nicéia II, em 787, declarou:
"Na trilha da doutrina divinamente inspirada dos nossos santos Padres, e da Tradição da Igreja Católica, que sabemos ser a tradição do Espírito Santo que habita nela, definimos com toda a certeza e acerto que as veneráveis e santas imagens, bem como a representação da cruz preciosa e vivificante, sejam elas pintadas, de mosaico ou de qualquer outra matéria apropriada, devem ser colocadas nas santas igrejas de Deus, sobre os utensílios e as vestes sacras, sobre paredes e em quadros, nas casas e nos caminhos, tanto a imagem de Nosso Senhor, Deus e Salvador, Jesus Cristo, quanto a de Nossa Senhora, a puríssima e santíssima mãe de Deus, dos santos anjos, de todos os santos e dos justos" (Catecismo da Igreja Católica, nº 1161).
Deus nunca nos proibiu de fazer imagens, e sim “ídolos”, deuses, para adorar. O povo de Deus vivia na terra de Canaã, cercado de povos pagãos que adoravam ídolos em forma de imagens (Baals, Moloc, etc). Era isso que Deus proibia terminantemente. A prova disso é que o Altíssimo ordenou a Moisés que fabricassem imagens de dois querubins e que também pintassem as suas imagens nas cortinas do Tabernáculo. Os querubins foram colocados sobre a Arca da Aliança. Confiar essas passagens: Ex. 25,18s, Ex 37,7; Ex. 26,1.31; 1 Rs. 6,23; I Rs 7,29; 2 Cr. 3,10.
Da mesma forma, Deus Pai mandou que, no deserto, Moisés fizesse a imagem de uma serpente de bronze (cf. Nm 21, 8-9), que prefigurava Jesus pregado na cruz (cf. Jo 3,14). Que fique claro, Deus nunca proibiu imagens, e sim, "fabricar imagens de deuses falsos". Mas isso os cristãos nunca fizeram porque a Igreja nunca permitiu. As imagens sempre foram, em todos os tempos, um testemunho da fé. Para muitos que não sabiam ler, as belas imagens e esculturas foram como que o Evangelho pintado nas paredes ou reproduzido nas esculturas. Vitor Hugo dizia que as igrejas eram “Bíblias de pedra”. As imagens nos lembram que aqueles que elas representam chegaram à santidade por graça e obra do próprio Deus, são exemplos a serem seguidos e diante de Deus intercedem por nós.

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Felipe Aquino
felipeaquino@cancaonova.com
Prof. Felipe Aquino, casado, 5 filhos, doutor em Física pela UNESP. É membro do Conselho Diretor da Fundação João Paulo II. Participa de aprofundamentos no país e no exterior, escreveu mais de 60 livros e apresenta dois programas semanais na TV Canção Nova: "Escola da Fé" e "Trocando Idéias". Saiba mais em Blog do Professor Felipe Site do autor: www.cleofas.com.br



As imagens nos lembram aqueles que elas representam
AS IMAGENS NOS LEMBRAM AQUELES QUE ELAS REPRESENTAM, É ISSO QUE DIGO SEMPRE QUE CELEBRO UMA FESTA DE PADROEIRO, A IGREJA NUNCA MANDOU NINGUÉM ADORAR IMAGENS COMO DIZEM.
SOBRE ESSA QUESTÃO DE IMAGEM, PARECEM CONTRADITÓRIAS ALGUMAS AFIRMAÇÕES, POIS SÓ NAS PAGINAS DO ORKUT EM PESQUISA ENCONTRAMOS MAIS DE OITENTA(80) COMUNIDADES DE “ADORADORES” DO INSETO "SMILINGUIDO" POR EXEMPLO.

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