SEJAM MUITO BEM VINDOS E BEM VINDAS!

ESTA CAMPANHA É SÉRIA, VAMOS AJUDAR



Yasmin Marques Fonseca, filha do casal Kellington e Izabelly está precisando de todos os amigos e  amigos de amigos, irmaos na luta contra a ATROFIA MUSCULAR ESPINHAL uma doença progressiva e sem cura.yasmin teve seus exames avaliados por medicos de uma clinica na Alemanha que deram esperança atraves do tratamento com celulas-tronco. Por se tratar de um tratamentocaro temos que nos unir em ato de solidariedade a essa  familia e confiar em DEUS que tudo pode ,vamos fazer uma corrente de
Oraçao e quem puder colaborar financeiramente os dados estão abaixo .

banco bradesco
agencia 3224-7
conta poupança 87785-9
yasmin marques fonseca
toda é qualquer ajuda sera muito bem vinda!
fiquem na paz

Conto com vocês,amigos!

DE QUEM É REALMENTE A CULPA?

Por que existe sofrimento?

Pergunta — Se Deus é nosso Pai, por que Ele permite a guerra, a doença, a fome? Por que Ele permite que seus filhos sofram? Por favor, me ajudem!

Resposta — O apelo final por ajuda indica uma pessoa submetida a muitos sofrimentos, que deseja entender a razão deles em face de um Deus que é Pai de misericórdia: “Compassivo e misericordioso é o Senhor, paciente e cheio de misericórdia; o Senhor é suave com o mundo todo, e suas misericórdias se estendem sobre todas as suas obras” (Ps 144,8-9). Como explicar, então, que Deus permita que soframos?

Como primeiro movimento de uma alma católica e sacerdotal, me compadeço desses sofrimentos e peço a Maria Santíssima que interceda junto a Deus Nosso Senhor para que eles sejam diminuídos na medida do possível. Mas há uma quota de sofrimento, variável no modo e na intensidade, que cada um de nós nesta vida tem de carregar. Para esse sofrimento peço a Deus, em favor da consulente, a paciência e a resignação de alma, tão agradáveis a Nosso Senhor e tão cheias de frutos para nossas almas.

A pergunta tem um alcance mais profundo do que talvez a própria consulente imaginou ao formulá-la. Com efeito, ela incide sobre uma discrepância fundamental entre o espírito católico e o mundo moderno. Esse ponto de discrepância consiste na seriedade com que devemos encarar a vida nesta Terra.

A grave crise de seriedade

O mundo moderno vive um momento de grande decadência espiritual e moral, que teve origem numa grave crise de seriedade. Essa crise veio se desenvolvendo ao longo de séculos, mas até a I Guerra Mundial (1914-1918) a sociedade ainda conservava importantes traços de seriedade. Fotografias e filmes da época mostram pessoas geralmente sérias, tanto nas cenas da vida quotidiana como em ocasiões de solenidade. Entretanto, a partir de então, o processo que leva a ter uma posição superficial perante a vida sofreu uma aceleração rápida, em conseqüência principalmente da difusão do “espírito de Hollywood”. Assim chamamos o espírito disseminado pelos filmes provenientes dos Estados Unidos (os quais, aliás, segundo observadores dignos de crédito, apresentavam a mentalidade norte-americana não de modo autêntico, mas caricatural). O fato é que, em poucas dezenas de anos, implantou-se em todo o Ocidente um modo otimista, risonho e superficial de encarar a vida, caracterizado pela convicção gratuita de que o desenrolar dos acontecimentos termina sempre num happy end. Isto é, tudo nesta vida tem um final normalmente feliz.

Tal estado de espírito predispõe a considerar o sofrimento como um intruso no decurso normal da vida. Assim, para compreendermos sem dificuldade a razão de ser do sofrimento no plano divino, temos que expungir de nossa alma todo resquício de espírito hollywoodiano que, mesmo sem o percebermos, se tenha introduzido em nós. Para isso, nada melhor do que nos compenetrarmos de que a vida é séria, extremamente séria.

O sofrimento e a salvação das almas

O fundamento mais tangível dessa seriedade é que temos uma alma a salvar: o desfecho de nossa história pessoal será uma vida eternamente feliz no Céu ou uma vida eternamente desgraçada no inferno. A graça de Deus nos chama constantemente para as vias da salvação, mas a escolha do caminho depende também de nossa cooperação — ou não cooperação... — com essa graça. E nesta alternativa se joga tudo por tudo! Como, então, passar a vida sorrindo tolamente diante dessa dupla perspectiva final?

O sofrimento entrou no mundo pelo pecado. A conseqüência do pecado de nossos primeiros pais, Adão e Eva, foi sua expulsão do Paraíso terrestre, a condenação à morte e o fechamento do Céu para o gênero humano. Deus, porém, que é Pai de misericórdia, apiedou-se da humanidade e determinou que a Segunda Pessoa da Santíssima Trindade se fizesse homem, pagasse por nós o débito do pecado — que, por ser infinito, não estávamos em condições de saldar — e nos reabrisse o Céu. Tal foi a obra da Redenção consumada pelo sofrimento de Nosso Senhor Jesus Cristo no alto da Cruz. O essencial, portanto, foi cumprido pelo Divino Salvador.

Entretanto, Deus estabeleceu que o fruto da Redenção se aplicasse a cada um de nós pela nossa participação pessoal no Sacrifício redentor de Cristo. E essa participação se dá pela aceitação amorosa e resignada dos sofrimentos que Deus nos manda nesta vida. É a doutrina ensinada por São Paulo, segundo a qual devemos completar em nossa carne o que falta à Paixão de Cristo (cfr. Col 1,24).

Fica assim explicada a profunda razão de ser do sofrimento dos filhos de Deus nesta Terra.

São insuportáveis os sofrimentos?

Essa exposição tem como fundo de quadro sofrimentos humanamente suportáveis (bem entendido, com a ajuda da graça divina). Mas nossa missivista refere-se a três gêneros de sofrimento — “a guerra, a doença e a fome” — que, no seu entender, parecem exceder de muito a capacidade do homem de suportá-los. Como conciliar isso com a visão que temos de um Deus, Pai das misericórdias?

A dúvida faz sentido. Os jornais descrevem todos os dias horrores da guerra, atos pavorosos de terrorismo que atingem indiscriminadamente todo gênero de vítimas, incursões criminosas de guerrilhas que tumultuam a vida de diversas nações, regimes totalitários que provocam fomes insanáveis a que estão submetidas populações inteiras, a pandemia da Aids etc. Não constitui isso um sofrimento que ultrapassa todo limite do suportável?

Sem dúvida, o estado de convulsão generalizada em que está o mundo produz sofrimentos inauditos. Porém, cumpre perguntar se o estado de pecado em que vive hoje grande parte da humanidade não é de molde a atrair castigos divinos. E a pecados inauditos, castigos inauditos... E como isso tudo ofende a Deus!

O bom pai, quando castiga, é para bem do filho

A revista Catolicismo tem mostrado a extensão e a gravidade desses pecados: a imoralidade inconcebível das modas e dos costumes, a desagregação institucional da família, o aborto, a depravação homossexual e tantas outras desordens, na esfera individual como na social, nacional e internacional. Tudo isso manifesta o abandono dos princípios da moral natural e da moral católica, um voltar desdenhoso de costas a Deus. Como admirar-se de que Deus puna o mundo com castigos nunca vistos?

Assim, ao sofrimento que sempre acompanhou a vida do homem desde Adão e Eva acrescentam-se sofrimentos incomensuráveis, que se podem atribuir a um castigo pela apostasia hodierna, a qual ofende enormemente o Coração de Jesus. Aceitar com amor e resignação os sofrimentos que daí decorrem é um meio de a alma católica reparar tão grandes ofensas.

Deus nunca deixa seus filhos ao abandono, mas socorre-os misericordiosamente. Por isso enviou sua Santíssima Mãe à Terra, em Fátima, a anunciar que, se os homens não se emendassem, grandes castigos haveriam de sobrevir. Porém, ao fim destes, graças também nunca vistas choverão sobre a humanidade, que retornará a Deus e à Igreja, estabelecendo-se na Terra uma era de paz: é o Reino de Cristo, que se reinstaurará com o triunfo do Imaculado Coração de Maria. Essa a grande e maravilhosa esperança que nos dá ânimo para suportar todas as lutas e sofrimentos deste mundo convulsionado em que vivemos.

Extraído da Revista Catolicismo

ASSEMBLÉIA PAROQUIAL - UPANEMA

              Acontecerá nos próximos dias 19 e 20 de março de 2011, a IV ASSEMBLÉIA PASTORAL PAROQUIAL da nossa Paróquia de Nossa Senhora da Conceição aqui em Upanema.
              A Assembléia é um momento forte e de muita importancia para a caminhada Paroquial. Sua missão é celebrar os frutos da Ação Evangelizadora na Paróquia, bem como avaliar a caminhada feita e lançar luzes para o futuro. Planejar as principais atividades da Paróquia a partir de uma avaliação séria da caminhada.
             Uma Assembléia Paroquial é o lugar mais indicado para ouvirmos os anseios de nossas lideranças, traduzi-Ios em necessidades para serem concretizados em ações concretas. Estas tem como meta a formação e dinamização de nossa Igreja enquanto rede de comunidades missionárias.
             O mais comum é a participação de dois ou três membros de cada comunidade, pastoral, ministério, movimento e grupo de serviço. É indispensável que todas as forças vivas da Paróquia estejam presentes nas discussões e encaminhamentos, a fim de que aconteça a comunhão de todos para o bom êxito da ação evangelizadora. É bom que cada participante reflita com sua comunidade, com o seu grupo, pastoral, serviço ou movimento, quais foram os pontos positivos e negativos na ação pastoral evangelizadora da Paróquia e o que pode ser feito para que a ação pastoral possa ser cada vez mais comprometida com a missão a que formos chamados.

OBRIGADO SENHOR! HOJE CELEBRO O DOM DA VIDA!

               Nos primeiros minutos deste dia confesso que tentei notar em uma folha de papel os nomes das pessoas que estavam me ligando e me mandando mensagens (consegui notar até a décima), não sei qual minha intenção... será que estava tentando medir o quanto seria lembrado? Confesso com toda felicidade que isto foi impossível se concretizado, não deu pra notar os nomes de tantos amigos e amigas que lembraram e estão lembrando esta data tão especial pra mim, esta data em que celebro este dom tão precioso que Deus me concedeu! Quisera hoje poder encontrar todos os amigos e amigas que por minha vida passaram e juntos cantarmos Parabéns... Mas a vida é assim... não é sempre que os amigos podem estar presentes em nossa vida o tempo vai passando.
               Hoje de manhã cedo pude perceber o quanto é importante conquistar sempre novos amigos, pude sentir o carinho e a atenção dos meus irmãos Upanemenses logo cedo com um belíssimo café da manhã.
              Agradeço a Deus pela minha existência por ser mais um milagre da vida a vida é repleta de milagre e neste dia do meu aniversário sinto-me como um milagre diante de Deus e agradeço por mais um ano de oportunidade. Agradeço aos meus familiares e irmãos amigos, a todos vocês que desde os primeiros minutos deste dia tiveram o cuidado de lembrar esta data pra mim, tão importante por se tratar de estar celebrando a vida. O meu muito obrigado! Que Deus abençoe a todos vocês, a todos que me amam e que estão sempre presentes, aos que estão em minha vida reparto o meu coração em muitos pedaços doando um pedacinho para cada um e se eu pudesse ter muitos braços, abraçaria a todos, os de perto e mesmo distantes e me abraçaria ternamente. 
            

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