SEJAM MUITO BEM VINDOS E BEM VINDAS!

TRIMESTRAL DIOCESANA

Sexta-Feira e Sábado passado estivemos reunidos para a segunda Trimestral Diocesana em Mossoró. Ao longo do ano serão quatro encontros: o Primeiro aconteceu nos dias 25 e 26 de Março; o segundo foi agora nos dias 20 e 21 de Maio; o terceiro encontro acontecerá nos dias 26 e 27 de agosto e o quarto e último encontro é justamente a Assembléia Diocesana de Pastoral que vai acontecer nos dias 18, 19 e 20 de Novembro de 2011.
Nestes encontros diocesanos estãos presentes além do nosso pastor Diocesano Dom Mariano Manzana, todos os padres e representantes leigos de toda a diocese para aprofundarem temas ligados às prioridades diocesanas de Pastoral.
nesta segunda trimestral diocesana de pastoral aprofundamos um tema estudao na assembléia diocesana do ano passado: CATECUMENATO.
Este caminho para o discipulado já está implantado em algumas paróquias de nossa diocese, o dejeso diocesano é que essa experiencia seja implantada em todas as paróquias.
Mais o que é realmente CATECUMENATO?

CATECUMENATO...

É o método proposto pela Igreja, desde seu início, para realizar comunitariamente a Iniciação Cristã de Adultos.
Como a Iniciação Cristã de Adultos é um processo, que se realiza ao longo do tempo, o RITUAL DA INICIAÇÃO CRISTÃ DE ADULTOS (RICA) determina que ela se faça no seio da comunidade dos fiéis, que serve de exemplo e estímulo para os candidatos, bem como, se realize em etapas:

• Etapa 1 – O Pré-catecumenato;
• Etapa 2 – O Catecumenato;
• Etapa 3 – O Tempo de Purificação e Iluminação;
• Etapa 4 – Mistagogia.

O candidato, desejoso de encontrar a Deus, acolhe a palavra e entra em um processo de conversão, num itinerário pessoal e em âmbito comunitário. O adulto não amadurece na fé apenas pelo aprendizado de conceitos, mas convivendo dentro de uma comunidade cristã que o acolhe e apóia e da qual ele é membro que dá e recebe.

Quando implantado numa paróquia é um processo contínuo que pode se iniciar a qualquer momento, pois aquele que vem buscar a Deus (simpatizante) deve ser acolhido em qualquer tempo.

O Pré-catecumenato é o tempo da evangelização. Neste tempo, o simpatizante, é acompanhado por um introdutor, que lhe anuncia o Deus vivo, de forma que creia e se converta livremente ao Senhor. O introdutor é o semeador que vai preparar o terreno do candidato para que a semente da fé possa florescer e dar frutos da vida cristã. Ele é um amigo que, partilhando sua própria experiência com o candidato, vai ajudá-lo a caminhar na fé e estabelecer uma relação pessoal com Deus e com a comunidade.

A Passagem desta etapa para o Catecumenato é feita através do “RITO ENTRADA AO CATECUMENATO”. A partir deste momento passam a se chamar catecúmenos ou catequizandos se já forem batizados.

O Catecumenato é o espaço de tempo, em que os candidatos recebem formação (catequese) e exercitam-se praticamente na vida cristã. Esta etapa é conduzida por catequistas que podem inclusive terem atuado como introdutores na etapa anterior.

A Passagem do Catecumenato para a etapa seguinte é feita através do “RITO DE ELEIÇÃO”. A partir de então os candidatos são chamados eleitos.

O Tempo de Purificação e Iluminação é o período em que é intensificada a preparação para a recepção dos Sacramentos da Iniciação Cristã: Batismo, Crisma e Eucaristia.

Neste tempo, a intensa preparação espiritual, mais relacionada à vida interior que à catequese, procura purificar os corações e espíritos pelo exame de consciência, e iluminá-los por um conhecimento mais profundo de Cristo, nosso Salvador. Serve-se para isso de vários ritos, sobretudo dos escrutínios.

Os escrutínios, solenemente celebrados aos domingos, têm em vista o duplo fim de descobrir o que houver de imperfeito, fraco e mau no coração dos eleitos, para curá-los, bem como, de consolidar aquilo que houver de bom, forte e santo no mesmo coração.

Esta etapa culmina com os eleitos recebendo os Sacramentos do Batismo, Crisma e/ou da Eucaristia.

A Mistagogia é a etapa do seu engajamento nas atividades da Igreja. Auxiliados pela Graça recebida nos Sacramentos, unidos à comunidade, pela participação na Eucaristia, pela meditação do Evangelho e pela prática da caridade, eles vão progredindo no conhecimento mais profundo do mistério pascal e na sua vivência cada vez maior.

PONTOS IMPORTANTES DESTE PROCESSO:
1. O adulto é acolhido e acompanhado individualmente ou pequenos grupos;
2. Cada adulto tem a sua própria história, sua situação particular, que se enquadrará dentro de ritos específicos;
3. Os ritos marcam a passagem de uma etapa para outra;
4. Quem determina o tempo que vai demorar para passar de uma etapa a outra, incluindo a recepção dos sacramentos, é o próprio adulto, segundo a constatação do estágio de sua conversão, com ajuda do introdutor, do pároco e da comunidade.


18 DE MAIO - DIA NACIONAL DE COMBATE AO ABUSO E EXPLORAÇÃO DE CRIANÇAS E ADOLESCENTES




Caso Araceli

Constituído pela Lei Federal nº 9.970, o dia 18 de Maio foi instituído o dia Nacional de Combate ao Abuso e Exploração de Crianças e Adolescentes, em razão do crime que comoveu o Brasil em 1973: o caso Araceli, ocorrido em Vitória, no Espírito Santo. Era uma menina de oito anos que foi brutalmente espancada, estuprada, drogada e teve seu rosto desfigurado com ácido, por jovens de famílias poderosas do Estado. Desde então o país se mobiliza nesta data para combater o abuso e exploração sexual de crianças e adolescentes.

Os tipos mais comuns de violência contra a criança e o adolescente são:

Violência Física é qualquer ato que machuque como dar tapas, atirar objetos, espancar, queimar, bater com vara, cinto e entre outros.

A Violência Psicológica é quando um adulto ou pessoa mais velha deprecia a criança, rejeita, isola, discrimina, desrespeita, faz ameaças, agressões verbais e humilhação.

A Negligência ocorre quando não é dado à criança o básico para sua vida, como alimentação, higiene, saúde, educação, proteção e atenção. É quando os responsáveis não satisfazem as necessidades físicas e emocionais da criança para o seu desenvolvimento saudável.

Há também a Violência Sexual que se caracteriza em duas formas: o Abuso Sexual com ato sexual ou sem, onde há a mostra do corpo, toque nas partes íntimas, quando a criança é obrigada a assistir à filmes e ver revistas de pessoas nuas. E a outra é a Exploração Sexual onde crianças e adolescentes são obrigados pelos pais ou outras pessoas a terem relações sexuais em troca de dinheiro e outros bens.

As vítimas que sofre alguma dessas violências podem apresentar comportamentos como ficar muito triste ou muito agitada, têm tendências autodestrutivas, têm medo, apresentam problemas de aprendizagem, apresentam comportamento sexual inadequado à idade e tem problemas com sono.

Se você conhece uma criança ou adolescente que sofre violência comunique o Conselho Tutelar da nossa cidade. O Conselho Tutelar é o órgão de proteção dos direitos da criança e do adolescente que averigua a situação e encaminha a família para o atendimento no CREAS. O trabalho é desenvolvido por uma equipe formada por Assistente Social, Psicólogos, Educadores Sociais e por profissionais qualificados.

REFUGIUM PECATORUM ( REFÚGIO DOS PECADORES)


ESSA É DO PADRE WALTER;

Não sei se vocês ouviram dizer que um dia desses São Pedro quase que ia ser demitido do seu emprego de Porteiro do Céu. É que Deus fazia a sua costumeira ronda pelo céu, quando percebeu que algumas pessoas, que tinham entrado no céu, não estavam ainda suficientemente puras para esta-rem ali.
Elas mesmas se envergonhavam diante dos Santos e Bem-aventurados, gente de imaculada beleza!
– O que está acontecendo? – pensou Deus – Será que o Pedro não está vigiando bem a porta do céu? Por que ele está deixando entrar essa gente? Será que a idade avançada debilitou a sua coragem? Bom, isso não pode continuar!
Pediu, então, a um anjo mensageiro (Gabriel ou algum outro) que fosse chamar Pedro.
O anjo chegou onde Pedro estava: tomando conta da entrada do céu.
Parecia muito feliz e tranqüilo.
– Pedro – disse o anjo – vim substituir você um pouquinho, Deus precisa falar com você.
Pedro foi depressa ao encontro do Senhor.
Chegando à sua presença, fez uma profunda reverência.
O Senhor foi logo dizendo:
– Há muita gente que não deveria estar aqui nesta santa e celestial morada. Por que você os deixou entrar?
Pedro respondeu assustado:
– Não é possível! Como é que isso pôde acontecer? Estou tão surpreso quanto o Senhor! Não tem coisa melhor do que a consciência tranqüila! Tenho certeza que o responsável de tudo isso não sou eu! Fico no meu lugar, dia e noite, vigiando a entrada do céu. Permaneço atento para que só entrem as pessoas que estão purificadas.
– Ainda bem, Pedro. Então, talvez alguém esteja trapaceando. Olhe aí de lado, Pedro! Você conhece, pos exemplo, aquelas pessoas que estão lá, ao lado?
– Não Senhor. Francamente, nunca as vi e com certeza não passaram por mim. Mas eu lhe prometo que vou encontrar o responsável por isso. Se eu não conseguir, o Senhor pode me tirar o cargo de porteiro do céu!
Pedro voltou rapidamente para o seu lugar. Mas estava preocupado.
Conferiu a fechadura, os ferrolhos, as traves, o olho-vivo...
Verificou se não havia alguma entrada clandestina.
Nada. Tudo estava na mais perfeita ordem.
Sorriu tranqüilo e continuou vigiando a grande porta.
Poucos dias depois para a sua surpresa, constatou a presença de novos intrusos.
Por onde entraram? Como? Quando?
Foi logo procurar Deus.
Ambos resolveram então fazer uma vistoria, a começar na proximidade da entrada, para descobrir o que estava acontecendo.
E sabe o que foi que viram?
Uma cena fantástica!
Fora do céu, nas proximidades da porta de entrada, uma multidão chorava.
Eram as pessoas que Pedro não havia deixado entrar.
Profundamente comovida, lá estava Maria consolando-os.
A Mãe de Deus havia encostado uma escada no muro e fazia as pessoas subir por ela e entrar no céu.
Pedro suspirou aliviado.
Tendo provado a sua inocência, disse para Deus:
– Talvez seja bom o Senhor ter uma conversa com ela!
Mas Deus, vendo o carinho, a doçura e a ternura com que Nossa Senhora tratava aqueles infelizes, concluiu:
– Não adianta nada, Pedro. Você a conhece bem. Ela sempre vai conseguir um jeitinho de continuar ajudando! Mãe é mãe mesmo... E além do mais estamos no mês de maio... o mês dela....

Bom! Se esta estória é verdade ou não, eu não sei. Mas, seja como for, acho que não é bom se confiar demais nesta escada... Vai que acontece que, antes da gente, sobe alguém com a consciência tão pesada que quebra os degraus da escada e acaba com o barato da gente... como é que fica, então?!

É melhor tentar aliviar a consciência com o EXAME DE CONSCIÊNCIA e a CONFISSÃO!
Tem uma outra estória que tem a ver com a Confissão, porque CONFISSÃO é também CONVERSÃO.

Era uma menino que dava muito trabalho em casa, porque tinha um temperamento difícil, respondia mal, era preguiçoso, não queria estudar, encrencava com todos... era um desastre. m belo dia a mãe o chamou e falou para ele:
– Zezinho, não é este o exemplo que eu e seu pai lhe damos. Eu estou com vergonha de você! Você precisa se ajeitar! Pense quando você for casar e tiver uns filhos... se forem como você, vai sofrer um bocado!
O menino ficou pensativo por um bom tempo, depois prometeu que iria se ajeitar.
– Vamos fazer um trato – disse a mãe – toda vez que você levanta a voz, briga, teima, faz uma travessura, enfim apronta ou faz coisa errada, você pega um desses pregos (está aqui um saco de pregos) e vai cravá-los detrás da porta. O menino aceitou a proposta, que parecia até uma brincadeira. Mas já no primeiro dia o garoto cravou 27 pregos atrás da porta.
As semanas se seguiram, e à medida que se esforçava para controlar seu gênio, plantava cada vez menos pregos e descobriu que era mais fácil controlar sua natureza que cravar pregos detrás da porta.
Chegou o dia em que pode conseguiu controlar seu caráter durante o dia todo.
Imagine a satisfação dele e dos pais!
– Muito bem filho! – disse a mãe, muito satisfeita – Agora a cada dia sem malfeitos, você arranca um prego!

Um a um o menino conseguiu arrancar todos os pregos! O pai e a mãe mostraram para ele que tinham ficado muitos buracos dos pregos. São as conseqüências do mal que fazemos. Elas ficam para sempre!

São cicatrizes que só DEUS pode consertar.
A Confissão quer remover estas cicatrizes também! Hoje você pode tirar todos os pregos da sua vida!
Que alívio! Depois da Confissão você terá a surpresa de perceber que a porta ficou novinha.
Os pregos da cruz de CRISTO tem cancelado até a lembrança de todos os pregos do mal que você fez e que lhe fizeram!!!


* Mensagem do Pe. Walter Collini por ocasião da Missão 13 de maio de 2011 

MARIA: MÃE DE DEUS, MÃE DA IGREJA E NOSSA MÃE!

A Igreja nos convida, de modo especial, no mês de maio, a celebrar o mês de Maria, e com Ela, o dia das mães. Para nós, devoto de Maria, maio é sinônimo de ternura, de afeto, de amor e de família. Somos convidados a saborear a riqueza do feminino, da mulher no Plano de Deus, tanto em nossa vida pessoal quanto na vida da nossa Igreja. Somos chamados a mergulhar no amor da Mãe do Céu e descobrir porque nós cristãos, amamos e veneramos Maria como a Mãe de Jesus, nossa Mãe e Mãe da Igreja.
A Bíblia nos fala que o próprio Deus, através do anjo Gabriel, a saúda de uma forma muito linda e pura: “Ave Maria, cheia de graça, o Senhor está contigo, bendito é o fruto do teu ventre, Jesus” (Lc.1,28s). Isabel a reconhece como a Mãe do Salvador: “Donde me vem a honra de receber a Mãe de meu Salvador” (Lc.1,43), e profetiza que Maria “será a bendita de todas as gerações” (Lc.1,48).
Dentro deste contexto, compreendemos que Maria não é apenas a Mãe de um grande homem, nem do maior dos profetas, mas a Mãe do Filho de Deus. Foi ela quem gerou e educou Jesus ao longo da vida, e se fez presença em todos os momentos, até na sua morte e ressurreição. Num gesto extremo de amor a cada um de nós, o próprio Jesus Cristo a entregou como a Mãe de toda a humanidade ao pé da cruz, nos momentos finais de sua vida: “Mãe, eis aí o teu filho, filho eis aí tua Mãe”(Jo.19,26). Jesus sabia da importância de Maria na vida da Igreja e em nossa vida pessoal, enquanto vocacionados à santidade.
É claro que Maria se encontra presente no coração de Deus Pai, no coração e na vida de Jesus, no coração da Igreja e dos povos que a veneram. Sua presença em nossa vida é a certeza de que temos alguém muito especial no céu que nos acolhe com todo amor e carinho, assim como acolheu e amou o seu filho Jesus Cristo.

Prof. Dieikson de Carvalho

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