SEJAM MUITO BEM VINDOS E BEM VINDAS!

Qual a Igreja você pertence ?



Para começo da nossa conversa de hoje, vamos refletir sobre este texto de Wilson João.
O mal de muitas pessoas é não ter a consciência de pertença. Quem não tem essa consciência vive ao léu. Não sabe porque vive. Sente-se inútil. Sente-se órfão, e pior, tem a sensação de que foi atirado neste mundo. Muitos andam perdidos, sem destino, sem ligação, e por isso mesmo, sem nenhum motivo para viver, a não ser o de comer, dormir e satisfazer as necessidades básicas.
Quem fala assim: “Isso não é meu...” ou “Isso não é comigo...” ou “Nada tenho a ver com isso...”, é porque não tem o sentido de pertença. De fato ninguém luta por aquilo que não é seu. Quem não tem o sentido de pertença é uma pessoa que vive numa comunidade, mas não se sente comunidade. Está numa família, mas a família nada diz para ela. É associada a uma organização, mas nunca luta por ela. É batizada numa Igreja, mas a Igreja está longe dela. Faz parte de uma cidade, mas a cidade nada tem a ver com ela. E assim podemos continuar colocando situações de pessoas “por fora”. Pessoas sem ligação.
Pertencer é sentir-se ligado. É o critério seguro. Sentir-se ligado é a alegria de poder dizer: “eu sou família...”, “eu sou Igreja...”, “eu sou o sindicato...”, “eu sou a sociedade...”, “eu sou Brasil” “eu sou humanidade”. Quando a gente se sente ligado, veste a camiseta, luta por renovação, quer mudança e progresso. Ter o sentido de pertença é estar por dentro, é ver por dentro e colocar-se a serviço. É ser jogador, ator e participante. Estar em campo e jogar é uma coisa. Estar nas arquibancadas e simplesmente ver e torcer, é outra coisa. Ser ator no palco da vida, da família, da sociedade, da Igreja, da organização, é uma coisa. Ser alguém que apenas olha, apóia ou critica, é outra coisa.
Pertencer é fazer história. É bonito dizer: “eu sou...”, “eu faço...”, “isso é comigo.” Pertencer é deixar a própria marca. É deixar naquilo que se faz e nas organizações a que se pertence a própria voz, força, olhar, sentimentos, vida e emoções. É fazer história. É dizer a si mesmo: “por aqui passei, vivi, trabalhei, suei, dei minha vida”. A verdade é que somente se dá a vida, somente se dedica tempo e qualidades naquilo em que cremos que é nosso, que nos pertence ou pertencemos a ele. Até da vida se pode estar por fora. Quando não se cuida ou zela pela vida que se tem, é sinal ou se tem a sensação de que ela não está dentro de nós. Viver é pertencer. Pertencer é a razão da luta.

Para continuar a reflexão: A PERTENÇA do indivíduo à Igreja se dá através da sua FREQÜÊNCIA na Igreja e da sua AÇÃO na Igreja.

Quanto à FREQÜÊNCIA, você pode se perguntar: “Que tipo de Católico sou eu?”

“Católico IBGE”: Só se descobre que ele é católico em questionário;
“Católico INSS”: Igreja para ele é só para idosos e aposentados;
“Católico SOCIALITE”: Sempre (e somente!!) está presente em batizados, casamentos, missas de Páscoa e Natal e de 7º dia;
“Católico DOENTE”: Para ele, ir a Igreja é como ir ao médico: só se vai quando não tem mais jeito;
“Católico AUTÔNOMO”: Diz que é católico mas que não precisa ir a Igreja, pois "Deus está em todos os lugares"; ele “reza em casa”
“Católico EUCARÍSTICO”: Chega nas Missas depois das preces e sai depois da Comunhão;
“Católico "FANTÁSTICO": Só se vê aos domingos;
“Católico DORIL”: Aquele que quando pinta um problema, some;
“Católico POLÍTICO DEMAGOGO”: Só aparece de quatro em quatro anos, cheio de boas intenções, geralmente para pedir alguma coisa, faz promessas e depois desaparece.

"O SEMEADOR" se propõe a missão de transformar o Católico das categorias anteriores em:
“Católico CONSCIENTE” que é aquele que participa ativamente em sua Paróquia, conhece verdadeiramente a sua Religião, a sua Igreja e a sua Fé. Exatamente por isso é capaz de amá-las e vivê-las plenamente.

Mais perguntas para se questionar:

Em qual dos 3 estágios descritos a seguir se encaixa minha situação de pertença?
 EU SOU UM FREGUÊS DA IGREJA? EU SÓ VOU À IGREJA QUANDO PRECISAR DELA... BATISMO, CASAMENTO MISSA DE 7º DIA... ESSA É A FASE: “EU PRECISO DA IGREJA”
 EU SOU UM SIMPATIZANTE? GOSTO DA MINHA IGREJA, COMO DO TIME DE FUTEBOL. ADMIRO, FICO TORCENDO... MAS NÃO ENTRO EM CAMPO... ESSA É A FASE: “MINHA IGREJA É A MELHOR!”
 EU SOU SÓCIO? A IGREJA É MINHA FAMÍLIA? COMPARTILHO A SORTE DELA, AO INVÉS DE FICAR SÓ CRITICANDO, LUTO PARA QUE ELA SEJA MELHOR – TRABALHO NELA... ESSA É A FASE: “EU SOU IGREJÁ!”

AVALIANDO-ME:

Posso espelhar-me neste passo bíblico do Livro dos Atos dos Apóstolos? (Atos 2,43-47)
“Freqüentavam com assiduidade a doutrina dos apóstolos, as reuniões em comum, o partir do pão e as orações. De todos apoderou-se o medo à vista dos muitos prodígios e sinais que faziam os apóstolos. E todos que tinham fé viviam unidos, tendo todos os bens em comum. Vendiam as propriedades e os bens e dividiam o dinheiro com todos, segundo a necessidade de cada um. Todos os dias se reuniam unânimes no Templo. Partiam o pão nas casas e comiam com alegria e simplicidade de coração, louvando a Deus entre a simpatia de todo o povo. Cada dia o Senhor lhes ajuntava outros a caminho da salvação”.
Conforme este texto bíblico que descreve as primeiras comunidades cristãs, uma das características da comunidade ideal é a freqüência, a participação nas reuniões e celebrações da igreja. Então, para ver se você está dentro dos padrões normais, faça o teste seguinte.

TESTE SEU CONHECIMENTO

Qual é a cor da pintura interna e dos altares da igreja ou capela mais próxima de você?
Saberia dizer o nome de três Agentes de Pastoral que atuam em sua igreja?
Qual foi a ocasião em que você foi na última vez à igreja?
Qual é o nome do novo pároco da Paróquia de Santa Luzia?

SE NÃO SE SAIU BEM NO TESTE, NÃO DESANIME!
AO CONTRÁRIO: TOME A DECISÃO DE VIR CONHECER MELHOR SUA IGREJA!
SUA COMUNIDADE AGUARDA VOCÊ COM CARINHO!
ACEITE A VISITA DE HOJE COMO UM CONVITE ESPECIAL DE JESUS CRISTO
A SER UM(A) FREQÜENTADOR(A) ASSÍDUO(A) DE SUA IGREJA!
GOSTARIA NA PRÓXIMA CELEBRAÇÃO DE VER VOCÊ
PRESENTE NA IGREJA COM TODA SUA FAMÍLIA!



Pe Walter Collini

CANSAÇO PASTORAL???



Não somos anjos. Por mais que algumas canções insistam em afirmar isso. E a Obra que O Senhor faz em cada um não acontece somente em plano espiritual. Ela se desenrola na história humana atingido nossa humanidade por completo. Ainda mais aquele ou aquela que procura servir verdadeiramente ao Senhor.
Todo filho de Deus carrega em si um pouco de Santo Antão, o Santo de Deserto. Chamado o pai de todos os monges,  Antão foi marcado em sua vida por um profundo desejo de amar e servir a Deus abdicando-se de coisas que seriam comuns, desejos e vontades “normais” para viver uma vida de total subserviência.
Contudo, duas características marcam a vida e a história deste grande homem de Deus: ascese e combate. Santo Antão, em certo momento de sua vida, gastava-se muito em combates ferrenhos para defender a sua fé.
Conta-se que, todas as tardes um leão feroz aproxima-se do acampamento do Santo para provar-lhe a fé. Voraz, queria matar Antão e servir-se de sua carne. O leão não era bobo. Sabia a qualidade da carne de um santo. E o Santo lutava bravamente para defender sua própria vida e seu o local aonde morava.
Em uma bela tarde, após violento combate com o leão, o Antão resolveu que estava muito cansado da mesma luta. O leão não mudava. E fora rezar. Reclamou. Sem medo de Seu Deus perguntou o porque destas lutas tão maçantes e desgastantes. Porque sempre a mesma coisa. E pediu para que O Senhor afastasse este combate.
Deus, em Sua imensa bondade e misericórdia concordou com o pobre filho cansado. Viu que realmente Antão tinha razão. Ele estava machucado, ferido profundamente. Generosamente, Deus responde ao Santo: “Ver-te lutar me é tão prazeroso e causa-me tanta felicidade que Eu colocaria eternamente leões em tua vida, só para olhar-te vencendo por amor a Mim”.
“Por amor a Mim”. Que frase fortíssima. Que segredo revelado. Que vitamina para os corpos cansados de Deus e da Igreja. Que recomposição para aqueles que largaram as monótonas lutas pela felicidade de seus casamentos e de suas famílias. Que novo vigor para os que se cansaram de suas vocações. Que lucro para carismáticos esgotados.
O tempo em que vivemos é um tempo de excessivo cansaço. Um tempo que se traduz como ranhura, machucado, ferida. E é natural que cheguemos ao “final da tarde” estafados e gritemos ao Senhor: “Chega! Cansei. Fiz tudo o que podia. Preciso parar um pouco”.
Mas a obra não é nossa .A desistência não é opção para quem descobriu que a Graça suplanta tudo. Desistir é o caminho errante. Quando alguém “larga tudo” é porque nunca agarrou a obra como vontade de Deus. Quando alguém “sai” da caminhada na verdade nunca entrou. Aquele que sabe que a obra é do Senhor cansa, estafa, pode até deprimir-se mas vai até o fim.
Mas, “se com tua boca confessares que Jesus é O Senhor” (Rom. 10,9)  e que não há discípulo maior que o Mestre, compreenderemos aquilo que fora revelado a Santo Antão. Que “seja qual for o grau em que chegamos o que importa é prosseguir decididamente” (Filp. 3,16).

Ou decido desistir ou decido continuar. Uma é decisão humana. A outra é do Espírito.

http://www.formacaodemusicos.blogspot.com/

PALAVRA DE VIDA



"É permanecendo firmes que ireis ganhar a vida!” 


(Lc 21,19)

O que vai “contar ponto” é a fidelidade dos que insistem em permanecer com Deus até o fim.


Novamente os do mundo chegam com mesmo discurso de sempre: “a Igreja fez isso!”. “O papa fez aquilo!” Já deixou de ser ódio para se tornar vício. As pessoas estão mentalmente viciadas em falar mal da Igreja, do papa, dos Padres e dos fundadores. Até aí não tem problema. O próprio Jesus disse que seria assim. O mundo não nos odeia primeiro. Antes, odeia a Jesus.
Porém, o que me faz coçar a barba são os ditos e benditos cristãos ficarem em dúvida após escutarem a mocinha bonitinha da emissora pagã falando mal de nossa Fé Católica. Isso deve doer no já chagado coração de Jesus. De novo a mesma ladainha. Um povo que não quer deixar uma vida de pecado faz de tudo para se justificar atacando a Igreja, ao Papa e a nós, leigos.
Mas quer saber: é bom. O próprio mundo está separando o joio do trigo. Deus não está fazendo força alguma. A “auto-separação” já está acontecendo. E dentro da Igreja. Os de pensamento do mundo estão se confrontando com os de “pensamento de Cristo”.
E mais uma vez o mundo vai se levantar com a mesma ferida de morte. E isso é bom, apesar de certos flagelos e perseguições. É bom que se discuta aborto, casamento de pessoas do mesmo sexo, “descrucificação” das repartições públicas, padres pedófilos. Só assim os filhos da luz poderão se manifestar. Aquilo que é crime deve ser punido. E o que é Glória de Deus deve brilhar nos fiéis. A Glória não é nossa. É de Deus. E esta Glória não será esvaziada pela multidão dos perseguidores. O número de cristão daqui a pouco nem mais importará. O que vai “contar ponto” é a fidelidade dos que insistem em permanecer com Deus até o fim.
O Senhor chamou a todos, mas, salvou a muitos. Nem todos quiseram seguir ao Mestre. E, ao que tudo indica estes pequenos focos de cristãos que crêem na Salvação já passam pelas perseguições dos “últimos dias”. Um prólogo da abertura dos selos do livro da vida.
As taças se derramam e os sangues dos mártires nos serão vias de fidelidade. Louvemos pelas perseguições em casa, no trabalho, na própria Igreja. A Fidelidade deve ser comprovada.

http://www.radiobeatitudes.com

PUBLICAÇÕES